Os dados geoespaciais proporcionam um aprimoramento significativo na vigilância epidemiológica.
Um exemplo marcante é a utilização de drones no programa TechDengue, que mapeia focos de dengue e outros criadouros do Aedes aegypti.
Os dados geoespaciais permitem que planejadores urbanos e gestores de saúde compreendam como a configuração e o uso do solo impactam na saúde da população.
A análise de dados espaciais pode revelar zonas onde o acesso a serviços de saúde é limitado, permitindo que o governo proativamente implemente melhorias na infraestrutura local.
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