A geointeligência em saúde proporciona um mapeamento aéreo detalhado e preciso de criadouros do Aedes aegypti.
Os drones utilizados pelo programa TechDengue realizam voos programados sobre áreas urbanas para capturar imagens de alta resolução.
A geointeligência em saúde permite a análise de padrões de infestação ao longo do tempo.
Um estudo na cidade de São Paulo, realizado em 2024, mostrou que a integração de dados geoespaciais permitiu a redução de 30% nos casos de dengue em áreas com monitoramento contínuo.
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