As abordagens tradicionais na saúde pública geralmente se concentram em práticas estabelecidas, como a coleta manual de dados, vigilância epidemiológica local e vistorias presenciais.
A coleta de dados manual é uma prática comum em vigilância epidemiológica, mas é intensiva em recursos e sujeita a erros humanos.
Outra limitação das abordagens tradicionais é a dependência de relatórios isolados, onde cada informação gerada pelas unidades de saúde geralmente não é integrada.
Com o avanço da tecnologia, a integração de dados emergiu como uma solução para superar as limitações das abordagens tradicionais.
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