Estudos recentes demonstram que a análise de dados pode reduzir significativamente a média de resposta a surtos e melhorar as decisões estratégicas das equipes de saúde.
Um caso emblemático ocorreu em 2024, na cidade de São Paulo, onde a aplicação de dados geoespaciais revolucionou a resposta ao surto de dengue.
Com o advento de tecnologias de coleta e análise de dados, como os drones e sistemas de geoprocessamento, a capacidade de vigilância em saúde pública evoluiu drasticamente.
A geointeligência fornece uma visão ampla sobre as características diárias do território e fatores que afetam a proliferação do Aedes aegypti.
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