Os dados geoespaciais permitem uma análise mais aprofundada das condições que favorecem a proliferação do Aedes aegypti.
A análise geoespacial envolve a captura, análise e apresentação de dados vinculados a uma localização específica.
Integrar dados de diferentes fontes, como informações meteorológicas, padrões de ocupação do solo, e dados históricos de casos de dengue, permite modelar cenários e prever surtos.
O programa TechDengue é um exemplo perfeito de como a tecnologia pode ser aplicada ao combate de arboviroses.
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