A representação espacial de dados epidemiológicos não é novidade na saúde pública.
A elaboração de um mapa epidemiológico envolve processos técnicos que combinam dados de saúde com informações geográficas.
Existem diferentes tipos de representações cartográficas utilizadas na vigilância da dengue, cada uma com objetivos e características específicas.
A interpretação adequada de um mapa epidemiológico requer compreensão de conceitos fundamentais e atenção a aspectos metodológicos que podem influenciar a percepção visual.
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