A integração de dados geoespaciais na saúde pública envolve a combinação de informações de diversas fontes, como mapas, dados climáticos, socioeconômicos e notificações de casos de doenças.
Um exemplo evidente é o uso de geoprocessamento para mapear surtos de dengue.
Outro aspecto fundamental da integração de dados geoespaciais é a capacidade de identificar padrões de saúde pública em nível local.
A geoinformação tem um impacto significativo na vigilância em saúde, oferecendo uma nova perspectiva sobre a dispersão de doenças.
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