Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue

Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue

Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue começa por uma pergunta prática: quanto a gestão pública investe para localizar criadouros e quanto consegue economizar, prevenir ou direcionar melhor com o apoio da tecnologia? O retorno sobre investimento em drones para dengue depende de uma análise ampla, não apenas do preço de um drone.

Ela exige comparar custos de operação, velocidade de cobertura, qualidade dos dados, capacidade de resposta e resultados obtidos pelas equipes de vigilância.

Para uma secretaria de saúde, o cálculo deve considerar o custo total da solução, incluindo planejamento, voo, processamento de imagens, geoprocessamento, treinamento, manutenção e integração com as ações de campo.

O retorno sobre investimento em drones para dengue fica mais claro quando todos esses componentes são registrados.

Também é necessário medir o que muda depois do mapeamento: redução do tempo de vistoria, priorização de imóveis críticos, eliminação mais rápida de criadouros e melhoria do acompanhamento epidemiológico.

O método apresentado a seguir foi pensado para secretários de saúde, coordenadores de vigilância epidemiológica e gestores municipais ou estaduais.

Ele combina avaliação financeira com indicadores de saúde pública, controle vetorial, mapeamento urbano e prevenção de arboviroses.

Quais custos entram no cálculo do investimento em drones?

Um erro frequente é comparar somente o valor de contratação do serviço com o custo de uma equipe de campo.

Essa comparação pode distorcer a decisão porque cada alternativa entrega produtos diferentes, em prazos diferentes e com níveis distintos de precisão.

O cálculo precisa abranger o custo total de propriedade ou de contratação.

Em outras palavras, deve mostrar quanto a administração realmente desembolsa para obter dados utilizáveis e transformá-los em ações contra o Aedes aegypti.

Despesas diretas e indiretas da operação aérea

As despesas diretas incluem equipamento, piloto habilitado quando aplicável, baterias, deslocamento, seguros, manutenção e processamento das imagens.

Quando o município contrata uma solução especializada, esses itens podem estar reunidos no preço do serviço.

As despesas indiretas também merecem atenção.

Horas de servidores para organizar a operação, reuniões de planejamento, autorização de acesso a áreas, comunicação com moradores e validação dos pontos identificados influenciam o custo final.

  • Planejamento da área e definição dos objetivos do levantamento;
  • Operação aérea e segurança do voo;
  • Captura, armazenamento e tratamento das imagens;
  • Geoprocessamento e produção de mapas georreferenciados;
  • Visitas de confirmação realizadas pelas equipes de campo;
  • Relatórios, painéis de acompanhamento e atualização dos dados;
  • Treinamento, suporte técnico e manutenção da solução.

O gestor deve separar investimento inicial de custo recorrente.

Uma aquisição pode exigir desembolso maior no começo, enquanto uma contratação por campanha tende a distribuir o gasto ao longo do ano.

Nenhum modelo é automaticamente melhor: a escolha depende da frequência das ações e da estrutura disponível.

Como comparar drones com vistorias tradicionais

A comparação correta não é “drone contra agente de endemias”.

O drone identifica padrões e locais de difícil acesso; o agente confirma a situação, orienta o responsável pelo imóvel e executa ou encaminha a eliminação do criadouro.

A tecnologia fortalece o trabalho humano, em vez de substituí-lo.

Para cada método, registre o custo por área examinada, o número de imóveis ou terrenos alcançados, o tempo até a entrega dos resultados e a quantidade de focos confirmados.

Esse conjunto permite avaliar produtividade sem reduzir a análise a uma disputa entre equipamentos.

Em uma vistoria exclusivamente terrestre, terrenos baldios extensos, telhados, lajes, pátios industriais e áreas abandonadas podem consumir muitas horas.

O levantamento aéreo ajuda a localizar sinais visíveis e a organizar a rota das equipes, embora a confirmação presencial continue necessária em situações específicas.

O retorno sobre investimento em drones para dengue deve considerar também o custo da oportunidade perdida.

Quando agentes percorrem longas distâncias sem informação prévia, deixam de visitar áreas prioritárias e podem atrasar a resposta a um foco de transmissão.

Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue na prática

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue pode ser aplicado em cinco etapas: definir a linha de base, calcular o custo total, mensurar os ganhos, atribuir valor aos resultados e acompanhar os indicadores ao longo do tempo.

Etapa 1: estabeleça a linha de base antes do voo

Antes de contratar ou adquirir qualquer solução, registre como a vigilância funciona atualmente.

Esse registro é essencial para calcular o retorno sobre investimento em drones para dengue.

Sem uma linha de base, o município não consegue demonstrar se houve melhoria real depois da adoção da tecnologia.

  • Área coberta por equipe e por semana;
  • Tempo médio entre a identificação de uma área suspeita e a visita;
  • Número de imóveis, terrenos e quarteirões vistoriados;
  • Quantidade de criadouros confirmados e eliminados;
  • Custo médio de deslocamento e de horas trabalhadas;
  • Casos notificados por bairro e período;
  • Percentual de imóveis fechados ou não avaliados.

Use pelo menos um período comparável, como uma campanha anterior na mesma estação do ano.

Chuva, temperatura, mobilidade da população e circulação de diferentes sorotipos podem alterar o comportamento da dengue, portanto a comparação precisa ser contextualizada.

Etapa 2: aplique a fórmula financeira

Uma fórmula simples é: retorno sobre investimento = (benefícios financeiros mensuráveis − custo total do investimento) ÷ custo total do investimento.

O retorno sobre investimento em drones para dengue pode ser apresentado com essa mesma lógica.

O resultado pode ser multiplicado por 100 para apresentação em percentual.

Suponha que uma campanha custe R$ 120 mil e produza R$ 180 mil em economias ou ganhos financeiros comprováveis.

O cálculo seria: (R$ 180 mil − R$ 120 mil) ÷ R$ 120 mil, resultando em 0,5 ou 50% de retorno.

Esse exemplo é apenas ilustrativo e não representa uma estimativa universal.

Cada município deve utilizar seus próprios custos de pessoal, deslocamento, contratação, atendimento e resposta operacional.

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue precisa distinguir economia efetiva de benefício potencial.

Uma despesa evitada, como uma contratação que deixou de ser necessária, pode ser contabilizada com maior segurança.

Já uma eventual redução de casos exige método de avaliação e controle de variáveis.

Etapa 3: transforme dados operacionais em indicadores

Não basta afirmar que o mapeamento foi rápido.

É preciso registrar quantas horas foram economizadas, qual área foi coberta e quantas ações foram desencadeadas a partir dos mapas.

  • Tempo por quilômetro quadrado mapeado;
  • Custo por foco confirmado;
  • Percentual de alertas validados em campo;
  • Tempo entre o alerta e a ação corretiva;
  • Queda no número de revisitas improdutivas;
  • Quantidade de áreas prioritárias atendidas;
  • Variação dos casos na área acompanhada.

Esses indicadores conectam a operação aérea à rotina da vigilância epidemiológica.

Também permitem corrigir o planejamento quando a imagem apresenta baixa qualidade, quando há muitos falsos alertas ou quando as equipes não conseguem responder no prazo previsto.

Como medir os benefícios financeiros e sanitários?

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue não deve tratar a saúde como uma planilha puramente financeira.

A finalidade da tecnologia é proteger a população, reduzir exposição ao mosquito da dengue e apoiar decisões mais rápidas.

Benefícios financeiros que podem ser comprovados

O primeiro grupo de benefícios reúne economias observáveis na operação.

São resultados que podem ser calculados com documentos administrativos, folhas de ponto, registros de deslocamento e relatórios de atendimento.

Essa análise ajuda a demonstrar o retorno sobre investimento em drones para dengue.

  • Redução de horas gastas para localizar áreas críticas;
  • Menor consumo de combustível em rotas sem prioridade;
  • Uso mais eficiente de equipes e veículos;
  • Redução de revisitas causadas por planejamento incompleto;
  • Menor tempo para atualizar mapas e relatórios;
  • Melhor aproveitamento de contratos de limpeza e remoção.

Uma prática recomendável é calcular o custo da hora de uma equipe completa, incluindo remuneração, encargos, transporte e equipamentos.

Depois, compare o número de horas antes e depois do mapeamento, sem ignorar o tempo necessário para validar os achados.

Se a tecnologia reduzir deslocamentos, mas gerar grande volume de alertas que ninguém consegue verificar, o benefício real será menor.

O indicador deve medir o fluxo inteiro, da descoberta à resolução.

Benefícios sanitários e sociais

Alguns ganhos não aparecem imediatamente como economia no orçamento.

A localização antecipada de uma caixa d’água descoberta, de pneus acumulados ou de um terreno com recipientes pode interromper condições favoráveis à reprodução do mosquito.

O mosquito Aedes aegypti deposita ovos em recipientes com água parada.

O ciclo pode avançar rapidamente em condições adequadas de temperatura e umidade, por isso a resposta precisa ocorrer antes que a área se torne um ponto recorrente de infestação.

Entre os resultados sanitários que podem ser monitorados estão a redução de criadouros, a diminuição de imóveis reincidentes, a queda de notificações em áreas comparáveis e o menor tempo de resposta às denúncias.

Segundo dados do Ministério da Saúde divulgados para 2024, o Brasil registrou milhões de casos prováveis de dengue, em um cenário de pressão excepcional sobre a assistência e a vigilância.

O número exato varia conforme revisões e encerramento de registros, mas a magnitude reforça a necessidade de combinar prevenção, diagnóstico, assistência e inteligência territorial.

Em outubro de 2026, gestores continuam enfrentando um desafio complexo: os casos não se distribuem de maneira uniforme dentro do município.

Um bairro pode concentrar notificações, enquanto outro apresenta condições ambientais favoráveis ainda sem grande volume de registros.

É justamente nessa diferença que o mapeamento de risco pode apoiar a antecipação.

Como a geointeligência aumenta o valor do mapeamento?

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue fica mais completo quando incorpora a análise espacial.

Essa abordagem também fortalece o retorno sobre investimento em drones para dengue.

Uma imagem isolada mostra o que foi observado; a geointeligência ajuda a explicar onde os problemas se repetem, quais fatores podem estar relacionados e para onde a equipe deve ir primeiro.

Do foco identificado ao mapa de risco

O programa TechDengue utiliza drones e tecnologia de geoprocessamento para mapear focos de dengue e potenciais criadouros em áreas urbanas.

Os entregáveis podem incluir mapas georreferenciados, relatórios de áreas de risco e recomendações para orientar ações de combate.

A análise pode cruzar os pontos observados com informações de descarte irregular de resíduos, saneamento, ocupação urbana, terrenos vazios, obras, dados climáticos e notificações de casos.

O objetivo não é prever o futuro com certeza, mas identificar padrões que merecem investigação e resposta preventiva.

Quando vários fatores aparecem no mesmo setor, a administração pode priorizar visitas, limpeza, comunicação comunitária e inspeção de imóveis.

Essa organização tende a ser mais racional do que distribuir equipes igualmente por todo o território.

  • Mapa de focos identificados durante o levantamento;
  • Mapa de risco com áreas que reúnem fatores favoráveis;
  • Mapa de calor com concentração de notificações;
  • Relatório de reincidência por endereço ou setor;
  • Painel para acompanhamento das ações e dos prazos.

Por que precisão e velocidade alteram o retorno?

Uma área pode ser grande, mas conter poucos pontos realmente prioritários.

O sensoriamento remoto ajuda a reduzir a procura aleatória e direciona as equipes para locais que exigem confirmação, limpeza ou orientação.

A velocidade também influencia a efetividade.

Um relatório entregue semanas depois pode perder valor diante de chuvas, remoção de recipientes ou mudança no cenário epidemiológico.

Por isso, o contrato ou plano de trabalho deve definir prazo de entrega, formato dos arquivos e rotina de atualização.

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue deve incluir a qualidade do dado como variável.

Mapas precisos, atualizados e compreensíveis podem gerar mais valor do que uma grande quantidade de imagens sem indicação operacional.

Como avaliar o programa TechDengue com indicadores de vigilância?

O programa TechDengue pode apoiar a vigilância epidemiológica ao integrar mapeamento de focos, casos notificados, informações ambientais e características urbanas.

Essa integração transforma dados dispersos em uma visão territorial para planejamento e acompanhamento.

Indicadores para acompanhar antes e depois

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue precisa observar resultados em diferentes horizontes.

Alguns indicadores mudam em dias, como o tempo de resposta; outros exigem semanas ou meses, como a recorrência de focos e a tendência de notificações.

  • Tempo médio entre identificação, confirmação e eliminação;
  • Percentual de áreas críticas visitadas no prazo;
  • Taxa de confirmação dos alertas gerados;
  • Quantidade de criadouros eliminados por setor;
  • Reincidência de focos no mesmo endereço;
  • Casos prováveis por área e período;
  • Diferença entre áreas acompanhadas e áreas de comparação.

É recomendável combinar indicadores de processo, resultado e impacto.

Processo mostra se as atividades foram executadas; resultado indica se os focos foram tratados; impacto ajuda a avaliar possíveis mudanças na transmissão, sempre considerando o tempo de incubação, a subnotificação e outras ações realizadas.

Como evitar conclusões exageradas

Se os casos diminuírem depois do mapeamento, isso não prova, sozinho, que os drones foram a única causa.

Podem ter ocorrido chuvas diferentes, campanhas de vacinação quando indicadas, mobilização comunitária, ações de limpeza, alteração na procura por atendimento ou mudanças no registro dos casos.

Uma avaliação mais confiável compara áreas semelhantes, acompanha períodos equivalentes e registra todas as intervenções simultâneas.

Quando possível, utilize uma área de referência e documente a metodologia em relatório público.

O programa TechDengue pode gerar análises de correlação espacial, agrupamentos de transmissão, mapas de incidência e alertas de áreas críticas.

Esses produtos apoiam a decisão, mas não substituem a investigação epidemiológica nem o julgamento técnico dos profissionais.

Transparência também faz parte do retorno.

Informar quais dados foram usados, quais limitações existem e como os resultados serão revisados aumenta a confiança de gestores, equipes e população.

Quais cuidados evitam desperdício e falhas na implantação?

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue deve incluir riscos operacionais, legais, técnicos e sociais.

Uma solução sofisticada pode ter baixo resultado se não houver equipe para interpretar os mapas ou capacidade de agir sobre os focos encontrados.

Erros de planejamento que reduzem o retorno

  • Mapear áreas sem definir previamente quais decisões serão tomadas;
  • Contratar imagens sem especificar resolução, prazo e formato de entrega;
  • Não reservar equipe para validar os pontos em campo;
  • Ignorar sazonalidade, chuva, sombra e obstáculos visuais;
  • Medir somente quantidade de imagens, sem avaliar ações realizadas;
  • Não atualizar os dados depois da eliminação do criadouro;
  • Desconsiderar comunicação com moradores e proprietários.

Outro problema comum é começar pela compra do equipamento, antes de diagnosticar a necessidade.

Para alguns municípios, a contratação de um serviço especializado pode ser mais adequada, especialmente quando a demanda é sazonal e não há equipe permanente para operação, manutenção e processamento.

Privacidade, segurança e governança dos dados

Imagens aéreas podem registrar imóveis, pessoas, placas, rotinas e outras informações sensíveis.

O planejamento deve respeitar a legislação aplicável de proteção de dados, as regras de segurança da aviação e os procedimentos administrativos do órgão responsável.

Defina quem poderá acessar os arquivos, por quanto tempo serão armazenados, como serão protegidos e quais informações aparecerão em painéis públicos.

Sempre que possível, divulgue mapas agregados, evitando expor moradores ou endereços sem necessidade.

A segurança do voo também é parte do resultado.

A operação deve avaliar circulação de pessoas, proximidade de aeródromos, redes elétricas, condições meteorológicas e áreas restritas.

O ganho de velocidade não justifica colocar a população ou os operadores em risco.

Para uma contratação pública, descreva entregáveis verificáveis: quantidade de áreas, padrão cartográfico, relatório de validação, prazo de atualização, suporte às equipes e indicadores de desempenho.

Assim, o pagamento fica associado ao valor entregue, não apenas ao número de horas de voo.

Como incluir prevenção e participação comunitária no cálculo?

A tecnologia alcança seu maior valor quando o dado se transforma em comportamento preventivo.

Um foco localizado no mapa precisa resultar em eliminação, orientação, fiscalização quando necessária ou melhoria do ambiente.

Ações simples que reduzem criadouros

A prevenção da dengue, da zika, da chikungunya e da febre amarela urbana depende de uma responsabilidade coletiva.

O TechDengue pode apoiar materiais educativos, palestras e consultorias para campanhas municipais, mas a rotina de prevenção também acontece dentro das casas, empresas e espaços públicos.

  • Verifique pratos de vasos e retire a água acumulada;
  • Mantenha caixas d’água completamente tampadas;
  • Limpe calhas e ralos, especialmente antes e depois das chuvas;
  • Guarde pneus em local coberto e protegido;
  • Descarte garrafas, latas e recipientes que possam acumular água;
  • Trate e cubra piscinas quando não estiverem em uso;
  • Elimine lixo e materiais abandonados em quintais e terrenos.

Uma inspeção de aproximadamente 10 minutos por semana pode ajudar a encontrar água parada antes que o local se torne um criadouro.

A recomendação não substitui ações da prefeitura, mas amplia a proteção quando incorporada por moradores, escolas, empresas e condomínios.

Como conectar o mapa à mobilização local

Um mapa de risco pode orientar reuniões com lideranças, escolas, associações, zeladores e responsáveis por imóveis.

Em vez de uma mensagem genérica para toda a cidade, a comunicação pode explicar qual problema foi identificado naquele bairro e qual atitude é necessária.

Também é útil divulgar o que aconteceu depois da denúncia.

Quando a população percebe que a informação gerou vistoria, limpeza ou orientação, aumenta a confiança no canal de participação e melhora a colaboração com a vigilância.

Os sintomas de dengue podem incluir febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores no corpo, náusea e manchas vermelhas. Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento, sonolência, irritabilidade, dificuldade para respirar ou piora após a febre exigem procura imediata por atendimento de saúde.

Não é recomendado tomar medicamentos por conta própria, especialmente aqueles que podem aumentar o risco de sangramento.

A orientação adequada deve ser obtida em uma unidade de saúde, principalmente para crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

Como montar um relatório de retorno para a decisão orçamentária?

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue deve terminar em um documento que o gestor consiga apresentar ao controle interno, ao conselho de saúde e à equipe técnica.

O documento deve evidenciar o retorno sobre investimento em drones para dengue.

O relatório precisa ser claro, auditável e útil para o próximo ciclo de planejamento.

Estrutura recomendada para o relatório

  1. Descreva o problema territorial e epidemiológico enfrentado;
  2. Apresente a linha de base e o método de comparação;
  3. Detalhe custos diretos, indiretos e recorrentes;
  4. Informe área coberta, prazo e produtos entregues;
  5. Mostre focos identificados, confirmados e eliminados;
  6. Compare indicadores antes e depois da intervenção;
  7. Registre limitações, riscos e fatores externos;
  8. Recomende continuidade, ajuste ou encerramento da estratégia.

Use tabelas e mapas quando disponíveis, mas não esconda o raciocínio atrás de gráficos.

Cada indicador deve responder a uma pergunta de gestão: a equipe chegou mais rápido? A área prioritária foi atendida? O foco voltou? O custo por ação caiu? A população recebeu orientação?

Exemplo de decisão baseada em evidências

Imagine que o primeiro levantamento encontre dezenas de áreas suspeitas, mas a confirmação em campo mostre baixa precisão em locais com sombra intensa.

A decisão responsável não é abandonar a tecnologia imediatamente.

É ajustar o horário dos voos, o planejamento das rotas, os critérios de classificação e a etapa de validação.

Em outro cenário, os mapas podem revelar que poucos terrenos concentram grande parte dos pontos recorrentes.

Nesse caso, a prefeitura talvez obtenha mais resultado direcionando fiscalização, limpeza, notificação e educação para esses locais do que ampliando uma campanha uniforme em todos os bairros.

O valor da tecnologia está em melhorar a decisão.

Se o relatório não muda prioridades, prazos, rotas ou formas de prevenção, o município deve investigar por que os dados não chegaram à operação.

Próximos passos para contratar ou ampliar a solução

O Guia para Calcular o Retorno sobre Investimento de Drones no Combate à Dengue oferece uma forma objetiva de avaliar tecnologia sem prometer resultados automáticos.

O gestor deve começar com uma área-piloto, definir indicadores, registrar custos e acompanhar o caminho completo entre imagem, confirmação e ação.

Também vale envolver vigilância epidemiológica, atenção básica, limpeza urbana, comunicação, planejamento e procuradoria desde o início.

A dengue não é resolvida por um setor isolado, e o mapa só produz valor quando as áreas responsáveis conseguem atuar de maneira coordenada.

O programa TechDengue pode apoiar o mapeamento de focos, a identificação de áreas de risco, a análise de dados geoespaciais e a elaboração de recomendações para o combate às arboviroses.

Solicite uma avaliação compatível com o território, a estrutura operacional e os objetivos do município.

Ao combinar dados confiáveis, resposta rápida, prevenção comunitária e acompanhamento financeiro, a gestão transforma drones em uma ferramenta de saúde pública, e não apenas em um equipamento aéreo.

Perguntas Frequentes

Como calcular o retorno sobre o investimento de drones no combate à dengue?

Compare o custo total da operação com as economias e melhorias geradas pelo uso dos drones.

Considere fatores como redução do tempo de vistoria, identificação mais rápida de criadouros, otimização das equipes e prevenção de novos casos.

Quais indicadores devem ser usados para medir os resultados dos drones?

Os principais indicadores incluem área mapeada, número de imóveis vistoriados, criadouros identificados, tempo de resposta e custo por área inspecionada.

Também é importante acompanhar a redução de focos, a produtividade das equipes e a evolução dos casos de dengue.

O aluguel de drones pode ser mais vantajoso do que a compra?

Sim, especialmente quando a demanda é sazonal ou o município ainda está testando a tecnologia.

A contratação pode reduzir gastos com aquisição, manutenção, armazenamento, treinamento e atualização dos equipamentos.

Como comparar drones com as vistorias tradicionais contra a dengue?

A comparação deve considerar o custo por imóvel ou área vistoriada, o tempo necessário, a cobertura alcançada e a qualidade das informações coletadas.

Também é necessário avaliar se os dados obtidos pelos drones permitem direcionar melhor as ações de campo.

Que tipo de economia o mapeamento aéreo pode gerar para a gestão pública?

O mapeamento aéreo pode reduzir deslocamentos desnecessários, melhorar a distribuição das equipes e acelerar a localização de áreas de risco.

Essas economias devem ser calculadas junto com os custos evitados pela eliminação mais rápida de criadouros.

O retorno financeiro é suficiente para avaliar o uso de drones na saúde pública?

Não.

O cálculo do retorno sobre investimento também deve incluir benefícios operacionais e epidemiológicos, como maior rapidez na resposta, melhor planejamento territorial e prevenção de casos.

Esses resultados podem ser decisivos mesmo quando a economia direta é limitada.

Com que frequência o investimento em drones deve ser reavaliado?

A reavaliação pode ser feita ao final de cada ciclo de operação ou campanha de controle do Aedes aegypti.

Esse acompanhamento permite comparar custos previstos e realizados, medir os resultados e ajustar rotas, áreas prioritárias e recursos.

Quais cuidados devem ser considerados antes de iniciar uma operação com drones?

É necessário verificar regras de voo, autorizações, privacidade, capacitação dos operadores e segurança das pessoas em solo.

Também é importante definir como as imagens serão armazenadas, protegidas e integradas aos sistemas de vigilância e às equipes de campo.

Agente técnica operando drone para mapeamento no combate à dengue com fundo de mapa do Brasil. Techdengue.

Sobre nós

Um pouco da nossa história

Criado em 2016, o Techdengue já nasceu sendo uma solução completa voltada para o controle e combate às arboviroses. Tendo a a inovação e tecnologia como seus principais pilares, o produto evolui e cresce a cada ano, transformando o olhar da gestão de saúde pública e melhorando a qualidade de vida da população. Nossa solução já teve sua eficácia comprovada por mais de 400 municípios em âmbito nacional.

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Um programa de combate a dengue e outras arboviroses com drones e inteligência geográfica.

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