Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas sobre como o El Niño afeta a dengue e como a inteligência territorial apoia a prevenção nos municípios.

O El Niño altera o regime de chuvas e as temperaturas — com chuvas intensas em algumas regiões, estiagens em outras e calor acima da média. Essas mudanças criam, eliminam ou deslocam os possíveis criadouros do Aedes aegypti, tornando o cenário mais imprevisível e exigindo estratégias de prevenção mais dinâmicas.

Com o clima cada vez menos previsível, o combate às arboviroses não pode depender apenas de ações concentradas em certas épocas do ano. O monitoramento contínuo do território permite identificar rapidamente as mudanças nas áreas de risco, revisar prioridades e adaptar as estratégias antes que os casos aumentem.

Não. Os drones e a inteligência territorial não substituem os ACEs — ampliam a capacidade de atuação das equipes. A tecnologia mapeia grandes áreas em pouco tempo, ajuda a identificar possíveis criadouros e direciona as equipes para as áreas prioritárias, tornando as operações mais estratégicas.

Os drones capturam imagens de alta resolução de grandes áreas em pouco tempo. Essas imagens são analisadas para localizar possíveis criadouros do Aedes aegypti e entender como estão distribuídos pelo território, gerando mapas e indicadores que orientam o planejamento e a atuação em campo.

Sim. Independentemente do porte, acompanhar todo o território é um desafio — especialmente onde há poucos ACEs. O Techdengue já está presente em mais de 630 municípios, mapeou mais de 260 mil hectares e identificou mais de 660 mil possíveis criadouros, apoiando gestores de diferentes portes com decisões mais rápidas e baseadas em dados.